Você é tudo que cheira, rosa, flor de laranjeira
E eu nunca pensei que um poeminha bobo pudesse surtir tamanho efeito em mim.
Aliás, não foi o poema. Foi o poema pós-você. No tempo pré-você, eu não leria o poema. Ou, se o lesse, riria dele, faria troça ou não daria importância. Mas você surgiu em minha vida e, como num passe de mágica, os poemas tomaram corpo: puseram-se a fazer sentido!
Leio Exupéry e choro. Você é a raposa que eu quero cativar. Você é a minha rosa. Você é o próprio Príncipe que mudou a minha percepção sobre as coisas. Onipresente, sua força me motiva a enxergar a face oculta do mundo: eu quero ver as coisas através dos seus olhos.
(pena que não posso)
Observo-lhe de longe, como quem mira uma promessa. Um dia, um dia... Um dia será minha. Será? Só o tempo dirá.
Passei por você novamente, esta manhã. Gosto de lhe ver flanando pelas calçadas, como quem colhe flores, despreocupadamente. Gosto de imaginar como é sua mesa de trabalho. Qual seria o conteúdo da xícara que supostamente há ao lado do teclado de seu computador (se é que trabalha com um computador): seria chá? Café? Seria música?
Ontem um amigo levou um fora de sua namorada. Vi a tristeza em seus olhos. Ele me disse que já sabia que isso iria acontecer, mas que tinha esperanças de que, um dia, ela mudasse de ideia e percebesse que ele é o homem de sua vida.
Se isso tivesse se passado antes de eu conhecer você, riria dele. Riria e diria que ele é um tolo, um sonhador pueril. Mas não. Quando vi a tristeza em seus olhos; aquela tristeza que nasce da seriedade de saber o que é o amor, apiedei-me dele e acreditei no que dizia. Ele realmente vai esperar. Sei disso, não porque ele não saberia seguir em frente sem ela, mas porque ele sabia que seguir em frente com ela é que seria o mais gostoso para sua vida, para seu coração. Nenhuma outra que se apresentasse, faria ofuscar aquela moça.
Abracei-o e ofereci um ombro amigo. Fomos a um boteco e trocamos confidências sobre a vida. Falei de você. Ele falou dela. E ficamos assim, desfiando o sentimento com um livrinho do Manoel Bandeira. Foi dali que pensei em você, com alegria: rosa, flor de laranjeira...
Aliás, não foi o poema. Foi o poema pós-você. No tempo pré-você, eu não leria o poema. Ou, se o lesse, riria dele, faria troça ou não daria importância. Mas você surgiu em minha vida e, como num passe de mágica, os poemas tomaram corpo: puseram-se a fazer sentido!
Leio Exupéry e choro. Você é a raposa que eu quero cativar. Você é a minha rosa. Você é o próprio Príncipe que mudou a minha percepção sobre as coisas. Onipresente, sua força me motiva a enxergar a face oculta do mundo: eu quero ver as coisas através dos seus olhos.
(pena que não posso)
Observo-lhe de longe, como quem mira uma promessa. Um dia, um dia... Um dia será minha. Será? Só o tempo dirá.
Passei por você novamente, esta manhã. Gosto de lhe ver flanando pelas calçadas, como quem colhe flores, despreocupadamente. Gosto de imaginar como é sua mesa de trabalho. Qual seria o conteúdo da xícara que supostamente há ao lado do teclado de seu computador (se é que trabalha com um computador): seria chá? Café? Seria música?
Ontem um amigo levou um fora de sua namorada. Vi a tristeza em seus olhos. Ele me disse que já sabia que isso iria acontecer, mas que tinha esperanças de que, um dia, ela mudasse de ideia e percebesse que ele é o homem de sua vida.
Se isso tivesse se passado antes de eu conhecer você, riria dele. Riria e diria que ele é um tolo, um sonhador pueril. Mas não. Quando vi a tristeza em seus olhos; aquela tristeza que nasce da seriedade de saber o que é o amor, apiedei-me dele e acreditei no que dizia. Ele realmente vai esperar. Sei disso, não porque ele não saberia seguir em frente sem ela, mas porque ele sabia que seguir em frente com ela é que seria o mais gostoso para sua vida, para seu coração. Nenhuma outra que se apresentasse, faria ofuscar aquela moça.
Abracei-o e ofereci um ombro amigo. Fomos a um boteco e trocamos confidências sobre a vida. Falei de você. Ele falou dela. E ficamos assim, desfiando o sentimento com um livrinho do Manoel Bandeira. Foi dali que pensei em você, com alegria: rosa, flor de laranjeira...
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